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Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Quintal – Amores e Amoras

Seus frutos bem pequenos se juntam, unidos pela doçura da vida. Sabe de quem estou falando?

Diário do Quintal – Gravinhas

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Quintal – Verdolaga

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Quintal – Jabuticabas

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Quintal – Marupazinho

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Quintal – Jasmin

A pequena Jasmim-Manga recebeu o nome de Frangipani. Seu aroma puxou da mãe, a cheirosa Jasmim. De seu pai, herdou a verde folhagem – herança de família dos Srs. Mangueira.

Diário do Quintal – Um não vive sem o outro

Lá vem o mangará e com ele quem?

Diário do Quintal – Lagarta da Aroeira

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Tear – Frans Krajcberg

A turma de Artes Integradas conheceu a obra de Frans Krajcberg, artista polonês que veio morar em Minas Gerais, terra onde fincou raízes profundas. Assim, como Frans, as crianças fizeram suas esculturas com troncos e galhos caídos no quintal.

Diário do Quintal- Goiabeira

Da goiaba, goiabada, Um prazer pra quem tem necessidade de formiga. Vitamina C pra fortalecer. E do broto o chá pra barriga não doer

Diário do Quintal – Mistérios

Os enamorados, buscando cores pro amor, Dizem que é da paixão, esta colorida flor.

Diário do Quintal – Pimenta Rosa

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Quintal – Composteira

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Quintal – Germinação

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Quintal- Círculo da Terra

A vida na horta do Tear é dinâmica e não se utiliza nenhum tipo de veneno para manter o controle dos insetos. Plantamos folhas, frutos e raízes para que a diversidade traga equilíbrio e os animais possam conviver sem grandes prejuízos.

Diário do Quintal – Depois da Chuva

A matéria nasce no solo, base de toda sua sustentação. Ela cresce, se desenvolve e tudo que a constitui volta para o solo novamente.

Dário do Quintal – Borboletas

O Borboletas 12/07/2015 Amor está no ar, e quem deu uma pousadinha na folha da Amoreira para namorar foram as mariposas Mandarová! O dia dos namorados chegou e os insetos já começaram a festejar! Muitas vezes vemos mariposas e borboletas a voar em rodopios majestrais, outras vezes, nos deparamos com lagartas gorduchas a devorar uma […]

Diário do Quintal -Barquinho dos Sonhos

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Quintal – Caju

O jardineiro tinha razão quando resolveu plantar. O caju nasceu bonito aqui no quintal do Tear.

Diário do Quintal – Percevejo

Mas não são só as crianças e os cuidadores da casa que usufruem da maravilhosa cozinha da horta. Alguns animais, especialmente insetos, habitam os diversos cantinhos do jardim para se reproduzirem, se alimentarem e criarem seus filhos.

Diário do Quintal- No Tear todos cuidam da Horta

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Quintal – Chá de Aroeira

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Quintal – Flor – Leopardo

Enquanto buscava aquele som selvagem no jardim do Tear, o jardineiro viu que havia brotado uma bela flor amarelo-rajada, e várias delas, lindíssimas, que chamaram sua atenção.

Diário do Quintal – Carlota

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos

Diário do Quintal – Bananeira

Coisa séria é brincadeira, ela brinca mas não engana. Essa história conta sobre o muito belo coração da banana..

Diário do Quintal – Romã

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Quintal – Da Terra nascem mundos

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Quintal – Diversidade do Quintal

 

Dário do Quintal – Telhado Verde

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Quintal – Flor do Algodão

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos

Diário do Quintal – Goiabas

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos

Diário do Quintal – Mentrasto

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Quintal – Árvore de Chicletes

Mas o que um samba enredo tem a ver com o chiclete? Vou contar (escrever) uma pequena história pra vocês!

Diário do Quintal- Couve

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Quintal – Acerola

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Quintal – Abiu Amarelo

O que a andorinha buscava com o sol, o morcego, a noite viu. Naquela frondosa árvore, os dois comiam o abiu.

Diário do Quintal – Co-evolução

A polinização é um fenômeno surpreendente.Do órgão reprodutor masculino para o feminino, o  grão de pólen segue contente o seu caminho

Diário do Quintal – Abelha iraí

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Quintal – Carambola

O mágico Gavião, transformou a estrela em algo que se come.

Diário do Quintal – Polinização

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Quintal – Açafrão

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Quintal – Beldroega

        Beldroega 06/05/2015 “Alegria é de manhã ter chovido de noite!” Começo nossa história de hoje com essa frase retirada do poema “Mundo Renovado” do nosso passarinho que virou árvore Manoel de Barros. A horta amanheceu feliz por causa da chuva que caiu essa noite, o solo encharcado com cheiro de vida […]

Diário do Quintal – Vinca de Madagascar

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Quintal – Poesia em estado de menino

Nos fundos da casa que habita o Tear, é guardado um espaço de cultivo de si e da terra, onde o encantamento da brincadeira faz brotar universos.

Diário do Quintal – Pequenos Naturalistas

O naturalismo dos pequenos é natural, sem fobias. Faz parte de seu ser/estar/pertencer ao mundo.